Ingrid Trindade transitou pelas letras, transita pela gastronomia e pelo fio da sensibilidade sempre esteve ligada à arte em todas as suas formas de expressão.
Seu primeiro contato com tear foi em 2002 numa viagem que fez à Machu Picchu, no Peru.
Mas foi através de uma oficina de tear manual que desenvolveu a paixão pela arte de tecer.
E o hobby transformou-se em um empreendimento sustentável, sendo que a tecelagem manual não consome energia e não polui.
Um fio utópico de esperança, que juntado a outros fios compõem uma trama chamada vida.
ATARAXIA: Tecendo fios, idéias e amigos !!!